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Guilherme de Pádua é ordenado pastor 25 anos após crime

Guilherme de Pádua é ordenado pastor 25 anos após crime

quinta, 14 de dezembro de 2017

O ex-ator da globo Guilherme de Pádua, 48, foi consagrado pastor da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, cidade onde mora. Ele é evangélico desde 2002.
 
Pádua foi preso pelo assassinato da atriz Daniella Perez, em 1992. O crime ocorreu como parte de uma cerimônia satânica. Ele foi condenado a 19 anos e cumpriu um terço da pena na penitenciária. Desde que saiu tem se dedicado aos trabalhos da igreja.
 
Ele se formou em teologia ao lado da nova esposa, Juliana Lacerda, no final de novembro. Sua ordenação ocorreu no último final de semana. Em seu perfil nas redes sociais, Juliana compartilhou fotos e escreveu “Enfim, agora Pastor Guilherme! Ele esperou mais que 15 anos para que esse dia chegasse, mas como nós dizemos, tudo no tempo do Senhor. Chegou o seu tempo meu amor”, escreveu ela.
 
Guilherme compartilhou a imagem de sua formatura em sua conta no Instagram, acompanhado do texto “Glória a Deus por mais esta benção. A palavra de Deus é sempre mais do que imaginávamos”.
 
Lembre o caso
 
Em 1992, Pádua e sua ex-mulher, Paula Thomaz, fizeram uma emboscada para atriz Daniella Perez, filha da autora Glória Perez, e a mataram com tesouradas. O crime teve grande repercussão no Brasil todo. Ambos foram condenados por homicídio qualificado.
 
 
O agora pastor conta que se converteu na prisão e há anos trabalhava na Lagoinha. A condenação sempre acompanhou Guilherme, que sempre é questionado sobre isso em entrevistas.
 
Anos atrás, disse que, gostaria de pedir perdão à Glória Perez. “Já sonhei com esse momento. Acho que beijaria os pés dela, deixaria ela me bater. Eu ia ter para dizer para ela que o mesmo Jesus que consegue salvar um criminoso e fazer a vida dele ter sentido, é o mesmo que faz uma mãe que perdeu a filha fazer coisas maravilhosas”, lamentou, acrescentando que “o mundo precisa de perdão”. Com informações de Extra
 
O agora pastor conta que se converteu na prisão e há anos trabalhava na Lagoinha. A condenação sempre acompanhou Guilherme, que sempre é questionado sobre isso em entrevistas.
 
Anos atrás, disse que, gostaria de pedir perdão à Glória Perez. “Já sonhei com esse momento. Acho que beijaria os pés dela, deixaria ela me bater. Eu ia ter para dizer para ela que o mesmo Jesus que consegue salvar um criminoso e fazer a vida dele ter sentido, é o mesmo que faz uma mãe que perdeu a filha fazer coisas maravilhosas”, lamentou, acrescentando que “o mundo precisa de perdão”. Com informações de Extra
 
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